A empresa Conhecer Brasil Assessoria Produção e Marketing Cultural foi mencionada em meio à polêmica relacionada ao filme “Dark Horse”, que retrata o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Além disso, a companhia teve participação na campanha eleitoral do deputado Mário Frias (PL-SP) em 2022.
Conforme informações veiculadas pelo O Globo, a companhia recebeu um montante de R$ 54 mil por seus serviços de assessoria durante a campanha de Frias.
A produtora não apenas se envolveu com o filme sobre Bolsonaro e com a candidatura de Frias, mas também atuou em parceria com a Prefeitura de São Paulo. Em 2025, Karina Gama, proprietária da produtora, foi contratada para organizar o evento Connect Faith, que aborda inovações dentro da temática gospel. Além disso, Katina também recebeu mais de R$ 100 milhões da prefeitura de São Paulo através de um contrato para a instalação de wi-fi em diversos pontos da cidade. Essa operação passou a ser objeto de investigação por parte da Polícia Civil e do Ministério Público nesta quinta-feira (21).
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O funcionamento e os objetivos da ONG envolvida na produção do filme sobre Bolsonaro
A cinebiografia Dark Horse, criada para destacar a trajetória política de Jair Bolsonaro nas telonas, revelou uma intrincada rede financeira que operava fora dos estúdios. No epicentro dessa trama está o Instituto Conhecer Brasil, uma ONG liderada por Karina Ferreira da Gama.
Karina também é proprietária da GoUp Entertainment, responsável pela produção do longa-metragem que, segundo recente apuração da jornalista Malu Gaspar no O Globo, nunca havia realizado qualquer produção cinematográfica anteriormente.
A falta de experiência cinematográfica da GoUp contrasta fortemente com o vasto conhecimento de sua fundadora na administração dos recursos públicos. Investigações realizadas pela Revista Fórum indicam que Karina Ferreira da Gama é a figura central que liga a produtora ainda inexperiente à ONG, contratos milionários e ao núcleo duro do bolsonarismo.
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