O Brasil alcançou um marco histórico no turismo de negócios, com um faturamento total de R$ 1,31 bilhão, refletindo um aumento de 1,74%. Os dados foram analisados pelo Ministério do Turismo e divulgados na terça-feira (27/10) pela Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas.
Segundo Gustavo Feliciano, ministro do Turismo, esses números evidenciam a relevância deste setor para a economia nacional. “O turismo corporativo gera postos de trabalho qualificados e atrai investimentos diretos em diversas regiões do país. O recorde obtido tanto no acumulado do ano quanto em setembro indica que o Brasil voltou a ser um destino de destaque para grandes eventos internacionais e feiras corporativas. Continuaremos a nos empenhar na melhoria da infraestrutura em nossos destinos e na ampliação da conectividade para solidificar os avanços que conquistamos neste ano, que já apresenta os maiores índices da história do turismo brasileiro”, declarou o ministro.
Ao longo deste ano, os serviços aéreos representaram cerca de 60% da receita total do setor, contabilizando R$ 6,64 bilhões e um crescimento de 11%. O segmento hoteleiro também se destacou com um aumento de 3%, alcançando R$ 3,27 bilhões. Entre outros setores notáveis estão o seguro-viagem, que cresceu impressionantes 71%, atingindo R$ 32 milhões, e os serviços de transfer, que registraram uma alta de 26%, totalizando R$ 52,5 milhões.
No mês de setembro de 2026, os serviços aéreos tiveram um desempenho notável, com um faturamento 6,4% superior ao mesmo mês do ano anterior, somando R$ 794,8 milhões. Em seguida, o transporte rodoviário foi o setor que mais cresceu no mesmo período, atingindo R$ 6,64 milhões – uma elevação de 19% em relação a setembro de 2025.
CRESCIMENTO CONTÍNUO – O ano de 2026 está se destacando como o melhor da história para o turismo no Brasil. Na segunda-feira (26), o país registrou um novo recorde no total gasto por turistas internacionais entre janeiro e setembro deste ano: US$ 8,38 bilhões (equivalente a R$ 45,6 bilhões), marcando um aumento de 10% em comparação aos US$ 7,61 bilhões (R$ 41,4 bilhões) do mesmo intervalo do ano anterior.
