terça-feira, julho 21

Escola adota plataforma educacional para agilidade na personalização do ensino inclusivo

Localizada no Parque Guarani, bairro da zona leste de São Paulo, o Colégio Filomena de Marco encontrou na tecnologia uma aliada para tornar sua rotina pedagógica mais eficiente e organizada. Com cerca de 710 alunos, da Educação Infantil ao Ensino Médio técnico, a instituição (que conta com 42 docentes) passou a utilizar a plataforma de educação inclusiva da edtech IncluiAi, para estruturar processos e otimizar a adaptação de atividades e avaliações.

A iniciativa acompanha uma transformação mais ampla no cenário educacional brasileiro. Inclusive, dados da IncluiAI indicam que cerca de 40% dos alunos apresentam algum tipo de perfil atípico de aprendizagem, enquanto apenas parte deles possui diagnóstico formal. Fato que amplia o desafio das escolas em oferecer um ensino verdadeiramente personalizado e inclusivo no dia a dia.

No caso do Colégio Filomena de Marco, antes da adoção da ferramenta, a personalização dos conteúdos era feita diretamente pelos professores, de forma descentralizada. Hoje, o trabalho é conduzido pela coordenação pedagógica, que utiliza a plataforma para organizar e padronizar as entregas, garantindo mais agilidade e consistência no atendimento aos estudantes. “A implantação foi muito fácil e rápida. Quando conheci a solução, percebi o quanto ela seria benéfica para toda a escola, principalmente para os alunos”, afirma a diretora da instituição, Márcia Rocco.

Um dos recursos mais utilizados pela escola é a elaboração do PEI (Plano de Educação Individualizada), que passou a ser desenvolvido de forma mais estruturada e prática. Com isso, os professores conseguem focar na aplicação pedagógica em sala de aula. “Hoje, os docentes analisam o material, fazem ajustes quando necessário e validam o documento. Isso facilita muito o dia a dia”, explica a diretora.

A mudança também trouxe ganhos operacionais importantes. Processos que antes dependiam exclusivamente do tempo dos professores passaram a ser centralizados e organizados, reduzindo a sobrecarga da equipe e tornando o fluxo mais eficiente.

A busca por uma solução tecnológica surgiu a partir da necessidade de aprimorar práticas já existentes na escola. O Colégio Filomena de Marco já adotava avaliações adaptadas e acompanhava de perto alunos com dificuldades de aprendizagem, inclusive aqueles sem diagnóstico formal, envolvendo famílias e especialistas no processo. “A praticidade e a agilidade fazem toda a diferença. É um ganho para todos dentro da escola”, resume Márcia.

A experiência da instituição reflete um movimento mais amplo no setor educacional. A IncluiAI, edtech responsável pela plataforma, já impactou mais de 100 mil alunos em todo o país e vem ampliando sua atuação ao integrar inteligência artificial aos processos pedagógicos.

Segundo o CEO da empresa, Cadu Arruda, a proposta é apoiar escolas na organização e na tomada de decisão. “A educação hoje exige ferramentas que ajudem a lidar com diferentes perfis de aprendizagem de forma estruturada. Nosso objetivo é justamente oferecer esse suporte, conectando tecnologia e pedagogia no dia a dia das escolas”, afirma.

“Com a tecnologia como suporte, escolas como o Colégio Filomena de Marco mostram que é possível avançar na personalização do ensino sem aumentar a complexidade da operação, um equilíbrio cada vez mais necessário no contexto educacional brasileiro”, finaliza Cadu Arruda.

Núbia Boito
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