segunda-feira, julho 20

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Irã promete retaliar com ataques ‘devastadores’ a ameaças de Trump contra EUA e Israel
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Irã promete retaliar com ataques ‘devastadores’ a ameaças de Trump contra EUA e Israel

Novas explosões sacudiram o Irã nesta quinta-feira (2), após as ameaças de bombardeios intensos do presidente americano Donald Trump, enquanto Teerã promete ataques "devastadores" contra os Estados Unidos e Israel. Após mais de um mês de conflito, que deixou milhares de mortos em todo o Oriente Médio, o Exército israelense anunciou que interceptou mísseis procedentes do Irã e de seu aliado libanês, o Hezbollah, em plena Páscoa judaica. O Exército iraniano prometeu executar ataques "devastadores" contra Israel e os Estados Unidos "até a sua humilhação, desonra, arrependimento permanente e seguro, e rendição". A ameaça foi a resposta ao discurso de quarta-feira à noite de Donald Trump, que prometeu bombardear a República Islâmica por mais duas ou três semanas até que o país retorne à "Idade ...
EUA influenciam decisão: África do Sul excluída de encontro do G7 na França
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EUA influenciam decisão: África do Sul excluída de encontro do G7 na França

A Presidência sul-africana informou nesta quinta-feira (26) que o presidente Cyril Ramaphosa não participará da cúpula do G7, em Evian, em junho, devido a pressões dos Estados Unidos. Segundo Vincent Magwenya, porta-voz da Presidência, a França retirou o convite à África do Sul devido às pressões americanas, que ameaçaram boicotar a cúpula caso o país fosse convidado. O presidente Donald Trump acusou a África do Sul de perseguição a fazendeiros brancos e criticou o país por processar Israel na Corte Internacional de Justiça devido a alegados atos de genocídio na guerra em Gaza. Macron havia convidado pessoalmente Ramaphosa durante o G20 na África do Sul, mas agora o líder sul-africano foi excluído do G7. A decisão não afetará as relações bilaterais entre África do Sul e França, segundo Mag...
EUA, Israel e Argentina se opõem à classificação da ONU sobre tráfico de escravos como o pior crime contra a humanidade.
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EUA, Israel e Argentina se opõem à classificação da ONU sobre tráfico de escravos como o pior crime contra a humanidade.

A Assembleia Geral da ONU declarou nesta quarta-feira (25) o tráfico de escravos africanos como “o crime mais grave contra a humanidade”, uma causa defendida por Gana, que espera abrir caminho para a cura e possíveis reparações. A resolução foi adotada sob aplausos com 123 votos a favor, três contra (Estados Unidos, Israel, Argentina) e 52 abstenções (entre elas o Reino Unido e os Estados-membros da União Europeia). O texto declarou “o tráfico de africanos escravizados e a escravização coisificada e racializada de africanos como o crime mais grave contra a humanidade”. Também destacou o legado da escravidão por meio da “persistência da discriminação racial e do neocolonialismo” na sociedade atual. Além disso, colocou em foco a escala do fenômeno, sua dur...
Zhou Enlai: O mestre da diplomacia chinesa, nos bastidores por décadas
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Zhou Enlai: O mestre da diplomacia chinesa, nos bastidores por décadas

Poucos líderes do século 20 exerceram tanta influência internacional com tão pouca exibição pessoal quanto Zhou Enlai. Primeiro-ministro da China de 1949 até sua morte, em 1976, ele foi o principal arquiteto da política externa da República Popular em seus anos iniciais.  Zhou Enlai - biografia Nascido em 1898, Zhou viveu a transição da China imperial para a república e, depois, para a libertação liderada pelo Partido Comunista. Estudou no Japão e na França, onde teve contato com ideias socialistas e ajudou a organizar estudantes chineses no exterior.  Essa formação cosmopolita marcou sua atuação futura. Diferentemente de outros dirigentes revolucionários, ele dominava idiomas, compreendia a cultura política ocidental e sabia circular em ambientes diplomáticos com naturalidade. Com a vitó...
Principal potência naval do mundo avança com investimento de R$ 1,3 trilhão para 2026, superando Estados Unidos e Reino Unido.
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Principal potência naval do mundo avança com investimento de R$ 1,3 trilhão para 2026, superando Estados Unidos e Reino Unido.

O desenvolvimento da marinha chinesa tem gerado discussões intensas no cenário estratégico global. Com a maior frota naval do mundo em termos de quantidade de embarcações, estimada em mais de 370 navios e submarinos pelo Pentágono, a China está acelerando sua presença em áreas sensíveis do Indo-Pacífico. Em um artigo recente publicado em um veículo vinculado ao Partido Comunista, o presidente Xi Jinping defendeu a expansão da economia marítima, o avanço tecnológico na construção naval, o desenvolvimento de portos e a proteção dos interesses marítimos chineses. Essa posição reforça a importância do domínio marítimo na estratégia de poder de Pequim. A capacidade industrial é a base desse progresso. Com estaleiros operando em ritmo acelerado e liderança na construção naval civil, a China lanç...
Confronto entre EUA e China por cabo de internet na América Latina: uma batalha pela conectividade regional.
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Confronto entre EUA e China por cabo de internet na América Latina: uma batalha pela conectividade regional.

O presidente José Antonio Kast assumiu o comando do Chile com uma decisão sensível à frente. O governo terá que definir o futuro de um projeto de cabo submarino de fibra óptica que prevê a ligação direta com a China. A iniciativa foi pensada para diminuir a dependência das rotas de dados que passam pelos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, coloca o país no centro da disputa entre as duas maiores potências globais. Washington classificou o projeto como risco à segurança e adotou medidas contra integrantes do governo anterior. Autoridades chilenas chegaram a ter vistos revogados após o avanço do acordo com a estatal chinesa envolvida. Especialistas apontam que uma conexão direta com a Ásia pode alterar o controle sobre o tráfego de dados na região. O tema ganhou peso na transição de governo e pr...
Estados Unidos recebem a pior classificação de liberdade da história sob governo Trump
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Estados Unidos recebem a pior classificação de liberdade da história sob governo Trump

O grau de liberdade nos Estados Unidos atingiu o menor nível já registrado, de acordo com a ONG Freedom House. A organização sediada em Washington também destacou que a liberdade diminuiu globalmente pelo vigésimo ano consecutivo, atingindo o que foi descrito como um "marco sombrio". Apesar de os Estados Unidos ainda serem classificados como um país "livre", sua pontuação caiu para 81 em 100, o que representa a menor pontuação desde o início da medição em 1972. Isso coloca o país no mesmo patamar que a África do Sul e abaixo de várias nações europeias, Coreia do Sul e Panamá. A Freedom House atribui o retrocesso nos Estados Unidos à "disfunção legislativa e ao predomínio do poder executivo, ao aumento da pressão sobre a liberdade de expressão e aos esforços do novo governo para minar as sa...
Conflito no Oriente Médio afeta unidades de produção de combustíveis naturais
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Conflito no Oriente Médio afeta unidades de produção de combustíveis naturais

As ações de retaliação do Irã provocaram "danos consideráveis" à maior instalação de gás natural liquefeito do mundo, no Catar, o que provocou o temor de uma crise energética global e uma séria advertência do presidente americano Donald Trump à República Islâmica. O conflito iniciado em 28 de fevereiro com os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã está tomando um novo rumo, com ataques diretos a pontos de produção de hidrocarbonetos, e não apenas de armazenamento e transporte. O agravamento do cenário foi traduzido em uma disparada nos preços do petróleo. O barril de Brent do Mar do Norte subia quase 10% às 9h35 GMT (6h35 de Brasília), negociado a 118,03 dólares. O West Texas Intermediate (WTI) operava em alta de 2,59%, a 98,81 dólares. A guinada nas últimas horas foi provocada pelo...
Os Mistérios da Dinastia Ming: a saga da última linhagem Han na história chinesa
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Os Mistérios da Dinastia Ming: a saga da última linhagem Han na história chinesa

A Dinastia Ming (1368–1644) representa um dos períodos mais fascinantes e importantes da história chinesa. Situada entre a dominação mongol da Dinastia Yuan e a conquista manchú que estabeleceu a Dinastia Qing, os Ming foram responsáveis por restaurar o governo étnico Han na China, promover um florescimento cultural sem precedentes e consolidar estruturas políticas que definiram o império por séculos. Para compreender a China contemporânea e sua identidade nacional, é essencial estudar esse intervalo de quase trezentos anos, marcado por grandes construções, expansões marítimas e, posteriormente, por um isolamento progressivo. A origem da Dinastia Ming O surgimento da Dinastia Ming está diretamente ligado ao colapso da Dinastia Yuan, estabelecida pelos mongóis. No século XIV, a China enfren...
Encontro em Beijing: Xi Jinping recebe Líder Nacional do Povo Turcomano
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Encontro em Beijing: Xi Jinping recebe Líder Nacional do Povo Turcomano

O presidente chinês, Xi Jinping, realizou um encontro nesta quarta-feira (18) em Beijing com o Líder Nacional do Povo Turcomano e presidente do Halk Maslahaty (Conselho Popular) do Turcomenistão, Gurbanguly Berdimuhamedov. Xi Jinping ressaltou que o apoio mútuo é a essência da parceria estratégica abrangente China-Turcomenistão. Independentemente das mudanças na situação internacional, a China sempre apoiará o Turcomenistão na defesa de sua independência nacional, soberania e integridade territorial, assim como na manutenção de uma política de neutralidade permanente, sendo um parceiro cooperativo confiável para o país. Ambas as partes devem expandir a cooperação no setor de gás natural, aumentar o nível de comércio e investimento e ampliar a colaboração em áreas não ligadas a recursos, c...