quinta-feira, setembro 3

Tag: Global

EUA, Israel e Argentina se opõem à classificação da ONU sobre tráfico de escravos como o pior crime contra a humanidade.
Mundo

EUA, Israel e Argentina se opõem à classificação da ONU sobre tráfico de escravos como o pior crime contra a humanidade.

A Assembleia Geral da ONU declarou nesta quarta-feira (25) o tráfico de escravos africanos como “o crime mais grave contra a humanidade”, uma causa defendida por Gana, que espera abrir caminho para a cura e possíveis reparações. A resolução foi adotada sob aplausos com 123 votos a favor, três contra (Estados Unidos, Israel, Argentina) e 52 abstenções (entre elas o Reino Unido e os Estados-membros da União Europeia). O texto declarou “o tráfico de africanos escravizados e a escravização coisificada e racializada de africanos como o crime mais grave contra a humanidade”. Também destacou o legado da escravidão por meio da “persistência da discriminação racial e do neocolonialismo” na sociedade atual. Além disso, colocou em foco a escala do fenômeno, sua dur...
Zhou Enlai: O mestre da diplomacia chinesa, nos bastidores por décadas
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Zhou Enlai: O mestre da diplomacia chinesa, nos bastidores por décadas

Poucos líderes do século 20 exerceram tanta influência internacional com tão pouca exibição pessoal quanto Zhou Enlai. Primeiro-ministro da China de 1949 até sua morte, em 1976, ele foi o principal arquiteto da política externa da República Popular em seus anos iniciais.  Zhou Enlai - biografia Nascido em 1898, Zhou viveu a transição da China imperial para a república e, depois, para a libertação liderada pelo Partido Comunista. Estudou no Japão e na França, onde teve contato com ideias socialistas e ajudou a organizar estudantes chineses no exterior.  Essa formação cosmopolita marcou sua atuação futura. Diferentemente de outros dirigentes revolucionários, ele dominava idiomas, compreendia a cultura política ocidental e sabia circular em ambientes diplomáticos com naturalidade. Com a vitó...
Principal potência naval do mundo avança com investimento de R$ 1,3 trilhão para 2026, superando Estados Unidos e Reino Unido.
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Principal potência naval do mundo avança com investimento de R$ 1,3 trilhão para 2026, superando Estados Unidos e Reino Unido.

O desenvolvimento da marinha chinesa tem gerado discussões intensas no cenário estratégico global. Com a maior frota naval do mundo em termos de quantidade de embarcações, estimada em mais de 370 navios e submarinos pelo Pentágono, a China está acelerando sua presença em áreas sensíveis do Indo-Pacífico. Em um artigo recente publicado em um veículo vinculado ao Partido Comunista, o presidente Xi Jinping defendeu a expansão da economia marítima, o avanço tecnológico na construção naval, o desenvolvimento de portos e a proteção dos interesses marítimos chineses. Essa posição reforça a importância do domínio marítimo na estratégia de poder de Pequim. A capacidade industrial é a base desse progresso. Com estaleiros operando em ritmo acelerado e liderança na construção naval civil, a China lanç...
Confronto entre EUA e China por cabo de internet na América Latina: uma batalha pela conectividade regional.
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Confronto entre EUA e China por cabo de internet na América Latina: uma batalha pela conectividade regional.

O presidente José Antonio Kast assumiu o comando do Chile com uma decisão sensível à frente. O governo terá que definir o futuro de um projeto de cabo submarino de fibra óptica que prevê a ligação direta com a China. A iniciativa foi pensada para diminuir a dependência das rotas de dados que passam pelos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, coloca o país no centro da disputa entre as duas maiores potências globais. Washington classificou o projeto como risco à segurança e adotou medidas contra integrantes do governo anterior. Autoridades chilenas chegaram a ter vistos revogados após o avanço do acordo com a estatal chinesa envolvida. Especialistas apontam que uma conexão direta com a Ásia pode alterar o controle sobre o tráfego de dados na região. O tema ganhou peso na transição de governo e pr...
Estados Unidos recebem a pior classificação de liberdade da história sob governo Trump
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Estados Unidos recebem a pior classificação de liberdade da história sob governo Trump

O grau de liberdade nos Estados Unidos atingiu o menor nível já registrado, de acordo com a ONG Freedom House. A organização sediada em Washington também destacou que a liberdade diminuiu globalmente pelo vigésimo ano consecutivo, atingindo o que foi descrito como um "marco sombrio". Apesar de os Estados Unidos ainda serem classificados como um país "livre", sua pontuação caiu para 81 em 100, o que representa a menor pontuação desde o início da medição em 1972. Isso coloca o país no mesmo patamar que a África do Sul e abaixo de várias nações europeias, Coreia do Sul e Panamá. A Freedom House atribui o retrocesso nos Estados Unidos à "disfunção legislativa e ao predomínio do poder executivo, ao aumento da pressão sobre a liberdade de expressão e aos esforços do novo governo para minar as sa...
Conflito no Oriente Médio afeta unidades de produção de combustíveis naturais
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Conflito no Oriente Médio afeta unidades de produção de combustíveis naturais

As ações de retaliação do Irã provocaram "danos consideráveis" à maior instalação de gás natural liquefeito do mundo, no Catar, o que provocou o temor de uma crise energética global e uma séria advertência do presidente americano Donald Trump à República Islâmica. O conflito iniciado em 28 de fevereiro com os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã está tomando um novo rumo, com ataques diretos a pontos de produção de hidrocarbonetos, e não apenas de armazenamento e transporte. O agravamento do cenário foi traduzido em uma disparada nos preços do petróleo. O barril de Brent do Mar do Norte subia quase 10% às 9h35 GMT (6h35 de Brasília), negociado a 118,03 dólares. O West Texas Intermediate (WTI) operava em alta de 2,59%, a 98,81 dólares. A guinada nas últimas horas foi provocada pelo...
Administração Trump requer depósito de US$15.000 para emissão de vistos em 50 nações, confira quais são.
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Administração Trump requer depósito de US$15.000 para emissão de vistos em 50 nações, confira quais são.

O governo dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, implementou uma nova regra que exige que cidadãos de diversos países paguem uma caução de 15 mil dólares (R$78 mil) caso queiram viajar para o país. Essa medida, que se aplica a vistos de negócios e turismo e não a imigrantes, já está em vigor para 38 países e será expandida para outros doze, incluindo Nicarágua e Granada, a partir de 2 de abril, de acordo com o Departamento de Estado. O objetivo do programa é evitar permanências além do tempo autorizado e faz parte das ações de Trump contra a imigração ilegal. A caução será devolvida se o portador do visto voltar para seu país dentro do prazo estabelecido ou se decidir não viajar. Deportar um imigrante ilegal nos EUA tem um custo médio de 18 mil dólares (R$94 mil) para o contribu...
Após ataques entre Irã e Israel, preços do petróleo e do gás atingem níveis recordes
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Após ataques entre Irã e Israel, preços do petróleo e do gás atingem níveis recordes

O preço do gás e do petróleo subiu significativamente depois dos ataques mútuos entre Irã e Israel. Na quarta-feira (18), Israel realizou um ataque no maior campo de produção de gás do mundo, que é compartilhado por Irã e Catar. Em retaliação, o Irã atacou refinarias de petróleo em países vizinhos na quinta-feira (19). Esses ataques fizeram com que o preço do barril de petróleo de Brent, que é utilizado como referência no mercado internacional, alcançasse US$ 118 na manhã de quinta-feira. Além disso, o preço do gás aumentou cerca de 25% na Europa. O conflito, que teve início em 28 de fevereiro com os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, está evoluindo para novos ataques diretos a pontos de produção de hidrocarbonetos, indo além de focar apenas em armazenamento e transporte. De ac...
Desvendando a operação militar no Oriente Médio: EUA e Israel em confronto com o Irã – saiba o que está por trás do conflito e suas repercussões
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Desvendando a operação militar no Oriente Médio: EUA e Israel em confronto com o Irã – saiba o que está por trás do conflito e suas repercussões

Em 28 de fevereiro de 2026, Estados Unidos e Israel realizaram uma operação militar conjunta contra o Irã, provocando um conflito internacional e uma retaliação do país atingido. O ataque, nomeado de "Operação Fúria Épica" nos EUA e "Operação Leão Rugidor" em Israel, teve como alvos principais a infraestrutura militar iraniana, os locais de enriquecimento de urânio e bases de mísseis subterrâneas. As cidades estratégicas iranianas, incluindo Teerã, Isfahan e Qom, sofreram danos consideráveis durante a ofensiva. Uma das consequências imediatas do ataque foi o fechamento do Estreito de Ormuz, uma rota vital para o transporte de petróleo, impactando os preços mundiais do óleo. Além disso, foram destruídas instalações petrolíferas importantes, como a Ilha de Kharg, resultando em uma escalada d...